ELEIÇÕES 2018 COMENTE! Confira o resultado da última pesquisa Datafolh

21/09/2018

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Confira o resultado da última pesquisa Datafolha para presidente

Confira o resultado da última pesquisa Datafolha para presidente Nelson Jr/Asics/TSE

Foto: Nelson Jr/Asics / TSE

A intenção de voto no candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, oscilou dois pontos para cima desde a última sexta-feira, 14, de acordo com pesquisa Datafolha divulgada na noite de quarta-feira (19). De acordo com o levantamento, o candidato passou 26% para 28%. Já Fernando Haddad (PT), cresceu três pontos, 13% para 16%, e assumiu a segunda colocação.

Ciro permaneceu com 13%, mas permanece tecnicamente empatado com o candidato petista, uma vez que a margem de erro da pesquisa é de dois pontos porcentuais. Empatado com o pedetista no limite da margem de erro, está Geraldo Alckmin (PSDB), que manteve os 9%. Marina Silva, por sua vez, oscilou de 8% para 7% e está empatado com o tucano.

Alvaro Dias (Podemos) e João Amoêdo (Novo) permaneceram com 3% e Henrique Meirelles (MDB) oscilou para 2%. Guilherme Boulos (PSOL) e Vera Lúcia (PSTU) também permaneceram com 1%. Cabo Daciolo (Patriota), João Goulart Filho (PPL) e José Maria Eymael (DC) não pontuaram.

Votos brancos e nulos passaram de 13% para 12% Não souberam ou não opinaram, de 6% para 5%

A pesquisa foi encomendada pelo jornal Folha de S.Paulo e pela TV Globo. Foram ouvidos 8.596 eleitores em 323 municípios de todo o País entre 18 e 19 de setembro. O nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no TSE sob o código BR-06919/2018. 

“Ciro Gomes é um destrambelhado”: Malafaia aponta motivos para rejeita

21/09/2018

BRASIL

“Ciro Gomes é um destrambelhado”: Malafaia aponta motivos para rejeitar candidato

TIAGO CHAGAS10 MINUTOS AGO0 0

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O candidato Ciro Gomes (PDT) foi alvo de um vídeo com severas críticas do pastor Silas Malafaia, que orientou os fiéis que o seguem a não confiarem seus votos ao ex-governador do Ceará.

Malafaia afirmou que Ciro tem laços estreitos com o PT: “Esse cara tentou visitar Lula na cadeia para receber o apoio dele, e foi impedido por uma juíza. Agora imagine: um cara que vai pedir apoio ao maior corrupto da história política do Brasil, que é Lula, merece crédito?”, questionou.

O temperamento do candidato também foi destacado pelo pastor, que enxerga em Ciro alguém com tendência ao autoritarismo: “Esse cara é um desequilibrado. Tem vários vídeos dele fazendo agressões às pessoas. Esse cara não suporta ser contrariado. Esse cara é um destrambelhado. Como é que um homem desse pode governar o Brasil? Esse cara apoia todo esse lixo moral da esquerda. Como é que nós podemos apoiar um cara desse?”.

A ausência de um discurso mais firme quanto ao combate à corrupção, aliado à atuação de Ciro Gomes no Congresso Nacional, quando foi deputado federal durante 2007 a 2011, para minimizar os efeitos das investigações do escândalo do mensalão, foram relembradas por Malafaia.

“Tem vídeo dele aí, se gabando, de que foi um dos caras que conseguiu abafar o mensalão. Que moral esse cara tem para combater corrupção? É ele que fala que receberia o pessoal [do juiz Sérgio Moro] à bala. O Moro é a maior representação neste país de justiça, de honestidade, de combate à corrupção. Como é que ele fala que vai receber à bala quem combate corrupção? Só quem fala isso é bandido”, criticou o pastor.

Sobre o apoio dado pelos movimentos feministas a Ciro Gomes, Malafaia apontou incoerências: “Essas esquerdoatas que pensam que podem falar pelas mulheres [e] que estão apoiando ele… Ciro falou, tem vídeo aí, [que] mulher pra ele serve pra deitar na cama. É um absurdo, minha gente! Esse cara, e a família dele, deram benefícios para um monte de empresas lá no Ceará e depois receberam, os partidos que eles controlavam, receberam milhões. Que moral esse cara tem?”, voltou a questionar.

“Não merece nosso crédito. Está no DNA dele a ideologia da esquerda. Não se engane. Nós temos que varrer essa gente pelo viés legal, que é o voto. Diga não a Ciro Gomes! Não caia nessa conversa fiada dele, que ele está mostrando uma coisa que ele não é”, concluiu.

Governo Trump ameaça a Turquia por insistir na prisão injusta do pasto

25/08/2018

Governo Trump ameaça a Turquia por insistir na prisão injusta do pastor Andrew Brunson

WILL R. FILHO1 DIA AGO0 0

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A quebra de braço entre Estados Unidos e Turquia envolvendo a prisão do pastor Andrew Brunson continua tensa e ainda não há indícios de que haverá uma trégua tão cedo, especialmente após a insinuação de um agente do Governo americano de que o país islâmico poderá sofrer novas retaliações em breve.

Recentemente, o assessor de segurança do presidente Donald Trump, John Bolton, concedeu uma entrevista para a agência internacional de notícias Reuters, alegando que o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, está cometendo um “grande erro” ao manter o pastor Brunson detido.

Brunson foi acusado falsamente de colaborar com um plano terrorista para derrubar o Governo de Erdogan em 2016. Sem provas contra o pastor, porém, o Governo turco decidiu utilizá-lo como moeda de troca, dizendo que libertaria o pastor, caso os Estados Unidos deportassem o clérigo muçulmano Fethullah Gulen, acusado de ser o mentor da tentativa de golpe.

Os Estados Unidos, no entanto, afirma a inocência dos dois e se recusa a deportar Gulen, que atualmente vive como refugiado no país. O fato é que além das questões políticas envolvendo o caso, também existe a motivação religiosa, visto que o pastor Brunson atuou por 20 anos na Turquia, evangelizando milhares de pessoas com sua família.

Para Bolton, a insistência de Erdogan em manter Brunson preso está colocando a Turquia em uma grave crise econômica, já que após uma série de sanções econômicas dos Estados Unidos, como os 50% de taxa sobre o aço e 20% sobre o alumínio, fizeram com que a moda do país desvalorizasse cerca de 40% no mercado internacional.

“Todo dia que passa eles continuam com este erro, mas essa crise pode acabar instantaneamente se eles fizerem a coisa certa como um aliado da Otan, parte do Ocidente, e libertá-lo [pastor Brunson] (…) sem impor condições”, disse Bolton à Reuters.

Já para o estrategista-chefe de mercados emergentes da SEB, Per Hammarlund, a Turquia não deve resistir muito a pressão americana, devendo libertar o pastor, porém, isso ainda levará algum tempo, podendo agravar ainda mais a desvalorização da lira.

“Em última análise, eles vão liberar Brunson, mas vai demorar um pouco e enquanto houver um risco para os fluxos de dólares dos EUA para os bancos turcos ou para a Turquia em geral, então a lira [moeda turca] estará sob pressão. Eu não ficaria surpreso se vermos outro surto de volatilidade na lira e um enfraquecimento agudo novamente”, disse ele.

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